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    Fisgada no joelho: diferença entre lesão muscular e problema articular

    Miguel PereiraBy Miguel Pereira06/02/20269 Mins Read Saúde
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    Fisgada no joelho
    Fisgada no joelho
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    Você está andando normal, sobe um degrau, agacha para pegar algo no chão ou faz uma caminhada e, de repente, vem aquela fisgada no joelho. A dor é rápida, pontuda e dá até medo de apoiar o peso. Muita gente trava na hora e já imagina que rompeu algo sério.

    Nem sempre é grave, mas também não é algo para ignorar. A fisgada no joelho pode vir de uma lesão muscular ou tendínea, de um problema na articulação, de sobrecarga ou até de um movimento mal feito.

    E o detalhe que muda tudo é o tipo de dor, o local onde ela aparece e o que acontece junto, como inchaço, estalos ou sensação de instabilidade.

    Neste guia, você vai aprender a separar os sinais mais comuns de lesão muscular e de problema articular, entender as causas do dia a dia e saber o que fazer nas primeiras 24 a 48 horas. A ideia é te dar clareza para agir com segurança e procurar ajuda na hora certa.

    O que pode ser uma fisgada no joelho

    Segundo explicação de ortopedistas especialistas em joelho no Brasil, fisgada é uma forma popular de descrever uma dor aguda, geralmente rápida, como se algo beliscasse por dentro.

    No joelho, isso pode acontecer tanto na frente quanto nas laterais ou atrás, e pode aparecer em repouso, ao caminhar ou ao mudar de direção.

    Na prática, a fisgada no joelho costuma ter duas grandes origens: estruturas de fora da articulação, como músculo e tendão, e estruturas de dentro da articulação, como cartilagem, menisco e ligamentos.

    A diferença é importante porque o cuidado inicial e o tempo de recuperação podem mudar bastante.

    Fisgada no joelho por lesão muscular ou tendínea

    Quando a origem é muscular ou tendínea, a dor costuma ficar mais ligada a esforço, repetição e movimentos específicos. É comum aparecer após exercício novo, aumento de treino, subida e descida de escadas ou um dia inteiro em pé.

    Outra pista é que a dor pode melhorar com aquecimento leve e piorar quando você força o músculo envolvido.

    Em muitos casos, você consegue apontar com o dedo uma área dolorida ao redor do joelho, principalmente acima ou abaixo da patela.

    Sinais que puxam mais para músculo e tendão

    • Dor localizada ao toque: você aperta uma região e sente dor clara, como se fosse um ponto machucado.
    • Piora ao contrair: subir escada, levantar da cadeira ou esticar a perna contra resistência aumenta a dor.
    • Rigidez depois de parar: após ficar sentado, a volta do movimento parece travada e dolorida.
    • Histórico de sobrecarga: corrida, futebol, treino de perna ou caminhada longa nos dias anteriores.
    • Pouco inchaço interno: pode ter sensibilidade e leve edema local, mas não costuma encher a articulação de líquido de repente.

    Exemplos comuns no dia a dia

    Um exemplo típico é a tendinite patelar, mais sentida na parte da frente, logo abaixo da patela, piorando ao agachar e ao descer escadas.

    Outro é a sobrecarga do quadríceps, que pode dar fisgada acima do joelho, principalmente depois de muita subida.

    Também é comum sentir fisgada na lateral do joelho após caminhadas longas ou corrida, por irritação de estruturas da parte externa da coxa. Em geral, a dor vai aparecendo aos poucos e fica mais previsível: você faz o movimento e ela volta.

    Fisgada no joelho por problema articular

    Quando a dor vem de dentro da articulação, a história costuma ser diferente. A fisgada pode vir acompanhada de estalo, sensação de travamento, falseio ou inchaço que aparece de forma mais evidente.

    Problemas articulares não significam necessariamente algo grave, mas pedem mais atenção quando atrapalham o apoio do peso, quando o joelho prende ou quando o inchaço vem rápido após um movimento.

    Sinais que puxam mais para dentro da articulação

    • Travamento: parece que o joelho não dobra ou não estica totalmente por alguns segundos ou minutos.
    • Falseio: sensação de que o joelho vai escapar ou dobrar sozinho ao pisar.
    • Inchaço visível: aumento de volume ao redor da patela, às vezes ainda no mesmo dia.
    • Dor profunda: difícil apontar um ponto exato, sensação de dor interna.
    • Estalos com dor: barulho junto com fisgada, especialmente ao girar ou agachar.

    O que costuma estar por trás

    Entre as causas articulares, o menisco é uma das mais citadas. Ele pode irritar ou lesionar em torções, como quando você vira o corpo com o pé preso no chão.

    Outra possibilidade é o desgaste da cartilagem, que pode causar dor ao levantar, ao descer escadas e após ficar muito tempo sentado.

    Também existem lesões ligamentares, mais comuns em esportes com mudança rápida de direção. Nesses casos, além da fisgada no joelho, pode existir instabilidade e dificuldade de continuar a atividade.

    Como diferenciar pela localização da dor

    A localização não fecha diagnóstico sozinha, mas ajuda a organizar as hipóteses. Pense nela como um mapa para entender quais estruturas estão mais próximas do incômodo.

    • Frente do joelho: pode apontar para tendão patelar, sobrecarga do quadríceps ou dor femoropatelar, comum quando o joelho reclama em escadas.
    • Lado de dentro: pode estar ligado a menisco medial, ligamentos e também a tendões da região, principalmente se a dor aparece ao torcer.
    • Lado de fora: muitas vezes se relaciona a sobrecarga da parte externa da coxa e atrito por repetição, mas também pode envolver menisco lateral.
    • Atrás do joelho: pode vir de tensão muscular, de estruturas posteriores e, em alguns casos, de acúmulo de líquido.

    Quando a fisgada no joelho aparece: movimentos que denunciam

    Alguns movimentos são clássicos para provocar a dor e dar pistas sobre a origem. Isso não substitui avaliação profissional, mas ajuda a observar padrões.

    • Agachar: tende a piorar dor na frente do joelho e pode incomodar em problemas de cartilagem ou menisco.
    • Descer escadas: costuma ser mais difícil do que subir em dor femoropatelar e em sobrecarga do tendão.
    • Girar com o pé no chão: chama atenção para menisco e ligamentos quando a fisgada é interna e acompanhada de estalo.
    • Levantar da cadeira: pode piorar em quadros de sobrecarga e também em desgaste articular, principalmente se há rigidez.

    O que fazer nas primeiras 24 a 48 horas

    A primeira meta é reduzir irritação e evitar piora. Mesmo que a dor pareça pequena, insistir no movimento que dispara a fisgada no joelho pode prolongar o problema.

    Se houve torção, queda ou impacto, trate como algo que precisa de mais cautela. E se a dor veio aos poucos por treino ou rotina, o foco é cortar o excesso e dar chance para o corpo recuperar.

    1. Pause o gatilho: evite agachar, correr, pular e carregar peso até a dor acalmar.
    2. Use gelo por curtos períodos: 10 a 15 minutos, até 3 vezes ao dia, protegido por um pano.
    3. Eleve a perna quando der: deitado no sofá com a perna apoiada já ajuda se houver inchaço.
    4. Compressão leve pode ajudar: uma faixa elástica sem apertar demais, apenas para conforto.
    5. Observe o padrão da dor: anote o movimento que provoca, o local e se existe inchaço ou travamento.

    Erros comuns que pioram a dor

    Algumas atitudes parecem inofensivas, mas costumam esticar o problema por dias. A ideia não é viver com medo do joelho, e sim evitar o que inflama mais.

    • Forçar para testar: ficar repetindo agachamento ou giro para ver se melhorou irrita ainda mais.
    • Voltar ao treino no mesmo dia: principalmente após fisgada em torção ou com estalo doloroso.
    • Alongar com dor aguda: alongamento agressivo em área irritada pode aumentar a sensibilidade.
    • Ignorar inchaço crescente: aumento de volume pode indicar irritação articular que merece avaliação.

    Quando procurar atendimento sem esperar

    Alguns sinais pedem avaliação rápida. Não é para entrar em pânico, mas é para não adiar.

    • Incapacidade de apoiar o peso: dor intensa ao pisar ou sensação de instabilidade forte.
    • Inchaço grande e rápido: joelho aumenta de volume em poucas horas após um evento.
    • Travamento verdadeiro: não consegue esticar ou dobrar totalmente, como se algo impedisse.
    • Deformidade ou calor intenso: aparência diferente, vermelhidão importante ou febre junto.
    • Dor que não melhora: piora progressiva por vários dias mesmo com repouso e cuidados básicos.

    Como é a avaliação e o tratamento na prática

    Como detalha Dr. Ulbiramar Correia, renomado ortopedista de joelho em Goiânia, em consulta, o profissional vai perguntar sobre o momento da dor, se houve torção, se teve estalo, se inchou e quais movimentos pioram. Depois vêm testes de mobilidade, força e estabilidade.

    Exames de imagem podem ser indicados dependendo do caso. Nem toda fisgada no joelho precisa de ressonância. Muitas situações melhoram com ajuste de carga, fortalecimento e correção de movimento.

    Prevenção: como reduzir novas fisgadas

    Prevenir passa por três frentes: carga, força e técnica. O joelho aguenta bem a rotina quando o corpo ao redor ajuda, principalmente quadríceps, posterior da coxa e glúteos.

    • Aumente atividade aos poucos: se voltou a caminhar ou correr, suba volume e intensidade em semanas, não em dias.
    • Fortaleça o básico: sentar e levantar controlado, ponte para glúteo e exercícios de equilíbrio são bons começos.
    • Cuide do calçado: tênis muito gasto muda a pisada e pode aumentar sobrecarga em treinos longos.
    • Respeite dor como sinal: dor aguda em fisgada é aviso para reduzir carga e ajustar o movimento.

    Perguntas rápidas que muita gente faz

    Fisgada no joelho pode ser só cansaço?

    Pode. Após um dia com muita escada, faxina pesada ou treino fora do padrão, a região pode reclamar por sobrecarga. Mesmo assim, vale observar se existe inchaço, travamento ou piora progressiva.

    Se estalou, é sempre lesão interna?

    Não. Estalos sem dor podem acontecer por movimento de tendões e gases na articulação. O que chama atenção é estalo com dor, travamento, inchaço e instabilidade.

    Posso caminhar com dor leve?

    Se a dor é leve, não aumenta e não muda sua forma de andar, uma caminhada curta e plana pode ser tolerável. Se a fisgada no joelho aparece a cada passo ou faz você mancar, é melhor pausar.

    Conclusão

    Na prática, diferenciar lesão muscular de problema articular passa por observar três coisas: como a dor começou, quais movimentos provocam e quais sinais acompanham, como inchaço, estalos dolorosos, travamento e falseio.

    Lesões musculares e tendíneas costumam ter dor mais localizada e ligada à sobrecarga. Já quadros articulares tendem a dar sensação de dor profunda e, às vezes, instabilidade.

    Se aparecer sinal de alerta, procure atendimento. Se não houver, use as primeiras 24 a 48 horas para reduzir carga, controlar irritação e mapear o padrão da dor. E, a partir daí, volte aos poucos, com fortalecimento e progressão gradual.

    Se hoje você sentiu uma fisgada no joelho, escolha um passo simples agora: pause o movimento que disparou, faça gelo por 10 minutos e anote o que piora e o que melhora para decidir o próximo cuidado ainda hoje.

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    Miguel Pereira
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    Miguel Pereira é um escritor especializado em tecnologia e inovação. Ele se destaca por sua habilidade de simplificar conceitos complexos, tornando-os acessíveis ao público em geral através de textos claros e informativos.

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